quarta-feira, 25 de julho de 2012

Todos os aplicativos do Windows 8 terão aceleração de vídeo

Novo SO terá aceleração de vídeo em todas as partes. (Fonte da imagem: Divulgação/Microsoft)
Desde o anúncio do Windows 8, a Microsoft vem mostrando como a fluidez do sistema operacional foi melhorada em relação ao antecessor. Entretanto, em uma postagem no blog Building Windows 8, a empresa explicou como a “mágica” acontece. Na verdade, todos os aplicativos da interface Metro contarão com acelereção de vídeo através do DirectX e companhia.
Desse modo, não só a fluidez das imagens como também a renderização de texto teve um salto de qualidade. Para ilustrar o ganho de qualidade comparado ao Windows 7, confira no gráfico apresentado pela Microsoft as diferenças entre a performance dos dois SOs.
Windows 8 tem melhoras de velocidade. (Fonte da imagem: Reprodução/Microsoft)
Além do DirectX, a empresa trouxe também outras duas APIs do antigo sistema e deu uma turbinada para melhorar o funcionamento das imagens 2D. No fim das contas, a melhora no desempenho de renderização de textos e imagens no Windows 8 se deve ao conjunto de protocolos de aceleração chamado Direct2D Effects. Dessa forma, qualquer parte do sistema operacional pode ser beneficiada pela ação da nova API.
Fonte: Microsoft


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terça-feira, 24 de julho de 2012

As 10 páginas mais populares do Facebook

Por Wikerson Landim - BAXAKI
Quase 1 bilhão de pessoas. Nunca na história universal uma comunidade reuniu tantas pessoas em um só lugar como o Facebook. O “catálogo de rostos” de Mark Zuckerberg é hoje uma das ferramentas mais populares da internet, fazendo com que a empresa fosse avaliada em mais de US$ 100 bilhões no dia de sua primeira oferta pública de ações.
Porém, são poucos aqueles que têm o privilégio de poder conversar com mais de 1 milhão de pessoas ao mesmo tempo. As páginas mais populares da rede social no mundo, por exemplo, ultrapassam a marca de 50 milhões de "curtir". Já pensou em publicar uma mensagem e ser lido imediatamente por 69 milhões de pessoas?
Preparamos uma seleção com as 10 páginas com maior número de “curtir” no mundo. Entre personalidades, filmes, games e programas de TV, qual delas é a campeã na disputa pela popularidade na sua timeline?
    
         
    

1) Facebook: 69,9 milhões

Não há nada mais popular no Facebook do que o próprio . A página oficial da rede social, em que são divulgadas informações sobre novidades e serviços, não tem muita atualização. Desde 24 de maio, por exemplo, não há nenhuma postagem nova. Entretanto, ainda assim ela não para de crescer e já são 69,9 milhões de pessoas acompanhando em tempo real as decisões tomadas pela equipe de Mark Zuckerberg.
(Fonte da imagem: Reprodução/Facebook)

2) Texas HoldEm Poker: 63,5 milhões

A segunda página com maior número de fãs no Facebook é a de um jogo. O game Texas HoldEm Poker, da Zynga, reuniu nada menos do que 63,5 milhões de pessoas interessadas em suas informações. O maior atrativo das publicações são rodadas-bônus e itens especiais gratuitos que podem ser utilizados durante as partidas.
(Fonte da imagem: Reprodução/Facebook)

3) YouTube: 60,9 milhões

É quase impossível imaginar a internet hoje sem os vídeos do YouTube. Um dos sites mais populares do planeta é também um dos campões de audiência do Facebook, com 60,9 milhões de pessoas interessadas em receber suas atualizações. A equipe do YouTube não posta com muita frequência – a cada três dias em média – mas sempre traz vídeos e notícias curiosas que são destaques nas páginas do serviço.
(Fonte da imagem: Reprodução/Facebook)

4) Eminem: 59,9 milhões

O rapper norte-americano Eminem pode se orgulhar de ostentar o título de personalidade mais popular do Facebook. Com impressionantes 59,9 milhões de fãs, o cantor usa a sua página pessoal para divulgar datas e locais de shows, videoclipes e vídeos curiosos. O ritmo de postagem também é leve: em média 10 novidades por mês.
(Fonte da imagem: Reprodução/Facebook)

5) Rihanna: 59,1 milhões

A cantora é a segunda personalidade mais popular do Facebook. Com 59,1 milhões de fãs acompanhando as suas postagens, a equipe de Rihanna adota a mesma linha de trabalho do cantor Eminem: postagens eventuais, pouco menos de dez por mês, e foco em videoclipes e datas dos shows de suas turnês.
(Fonte da imagem: Reprodução/Facebook)

6) The Simpsons: 53,5 milhões

A sexta posição é de uma série animada de TV que já dura mais de duas décadas. O desenho Os Simpsons conta com a provação de 53,5 milhões de usuários da rede social. As postagens na página são diárias e vão desde novidades sobre episódios e programação até notícias relacionadas aos personagens e que são publicadas em diversos sites do planeta.
(Fonte da imagem: Reprodução/Facebook)

7) Shakira: 53,1 milhões

Quase chegando à marca de 53,1 milhões de "curtir", a cantora Shakira vem crescendo na rede social e recentemente passou para a sétima posição. As postagens da página da cantora colombiana são feitas pela sua equipe, e o ritmo de atualização é semanal. Vídeos, entrevistas e participações da cantora em programas de TV são a maior parte do conteúdo postado.
(Fonte da imagem: Reprodução/Facebook)

8) Lady Gaga: 52,9 milhões

A cantora Lady Gaga ainda é um dos nomes mais procurados na internet, mas sua popularidade, embora alta, parece estar estagnada nos últimos meses, uma vez que ela foi ultrapassada por Shakira na lista. O ritmo de atualização também é semanal e, como diferencial, além de clipes e entrevistas, a cantora eventualmente posta fotos suas. Lady Gaga tem quase 53 milhões de "curtir".
(Fonte da imagem: Reprodução/Facebook)

9) Michael Jackson: 51 milhões

O eterno Rei do Pop não viveu para desfrutar de sua majestade no Facebook. Entretanto, sua equipe de trabalho mantém a página atualizada, com postagens quase que diárias. Além de relembrar momentos da carreira do cantor, as notícias incluem links para vídeos históricos e curiosidades relacionadas ao artista.
(Fonte da imagem: Reprodução/Facebook)

10) Harry Potter: 48,9 milhões

A série de filmes mais popular do Facebook é a saga do bruxinho Harry Potter. Os oitos filmes da franquia, que juntos arrecadaram mais de US$ 7,7 bilhões nas bilheterias, são responsáveis por 48,9 milhões de "curtir" na rede social. Na página da franquia, são relembradas cenas dos filmes e diálogos dos personagens, além de fotos e vídeos dos atores.
(Fonte da imagem: Reprodução/Facebook)

O mundo no Facebook

De onde é a maioria dos membros do Facebook? Segundo dados publicados pelo próprio site, o país com maior número de pessoas na rede social são os Estados Unidos, com 156,8 milhões de pessoas. O Brasil já é o segundo colocado, com 48 milhões, e conta com a maior taxa de crescimento nos últimos três meses: 13,8%. Os 10 países com maior número de usuários são os seguintes:
  1. EUA: 156,8 milhões
  2. Brasil: 48 milhões
  3. Índia: 46,3 milhões
  4. Indonésia: 42,5 milhões
  5. México: 33,5 milhões
  6. Reino Unido: 31,1 milhões
  7. Turquia: 30,6 milhões
  8. Filipinas: 27,1 milhões
  9. França: 24,4 milhões
  10. Alemanha: 23,6 milhões
Fonte: Facebook


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sexta-feira, 15 de junho de 2012

O que é upload?

Por Jonathan D. Machado em 30 de Maio de 2012
Seja em sites de armazenamento online ou mesmo em perfis de redes sociais, o termo “upload” tem estado presente em boa parte do nosso cotidiano online, mas você sabe exatamente o que ele significa? Continue acompanhando esta matéria do Tecmundo e descubra.

Transferência de dados

Praticamente todas as operações que realizamos em uma rede de computadores dependem da comunicação entre duas partes ou mais. No caso de páginas que são acessados pelo navegador, por exemplo, existe o computador que está disponibilizando as informações para serem acessadas e outro PC que está requisitando estas informações.
Técnicos chamam a máquina que dispõe as informações de “Servidor”, enquanto que os computadores que acessam as páginas são chamados de “Clientes”. Durante visitas a uma página no browser, informações são trocadas entre estas duas partes o tempo todo, com o cliente realizando pedidos de imagens, textos, vídeos e o servidor entregando o conteúdo.
O ato de enviar dados do servidor para o cliente é chamado de download. Já o caminho inverso, quando a máquina do usuário envia algum conteúdo para o “server” na internet, é chamado deupload.
Você deve estar mais familiarizado com o termo Download do que com o Upload justamente porque você passa muito mais tempo baixando conteúdo da internet do que enviando para ela, mas os dois processos são bastante similares.

Salvando na rede

É importante lembrar que, por mais que upload possa ser usado para descrever qualquer operação de envio de dados, o termo é mais aplicado para os momentos em que o conteúdo transferido será mantido no servidor por algum tempo, isso é, ele precisa ser “salvo”.
Ícone frequentemente usado para simbolizar um upload (Fonte da imagem: Icon Archive)
Sendo assim, anexar um arquivo em uma mensagem no seu webmail, por exemplo, pode ser chamado de upload. Porém, a descrição não é comumente usada para o simples ato de fazer uma busca no Google, por exemplo, apesar de que o próprio texto usado para a busca tenha sido enviado para o site de pesquisas.
Funções com o nome upload aparecem principalmente em sites de hospedagem de conteúdo online, como no repositório de fotos do Picasa ou no cadastro de novos vídeos do YouTube, já que todo o conteúdo do site é mantido apenas pelas pessoas que fazem os uploads.

Upload ou “salvar na nuvem”?

A nova tendência da “Cloud Computing”, ou “Computação nas nuvens”, tem colocado o termo upload ainda mais em evidência. Este serviço veio para facilitar a vida de quem tem vários dados e arquivos que precisam estar acessíveis de qualquer lugar ou mesmo para ajudar aqueles que têm pouco espaço na máquina local.
(Fonte da imagem: Icon Archive)
A principal diferença entre o serviço de armazenamento nas nuvens e um simples upload é que, na “cloud”, você envia seus arquivos por vias que vão muito além de simples links em um site. Um bom exemplo é o Dropbox, que permite que você salve seus arquivos em uma pasta da mesma forma que faz normalmente, com a diferença de que o conteúdo deste diretório fica sincronizado com sua contraparte na internet.

Taxa de upload na sua conexão

Apesar de nem sempre receber a atenção que merece, a taxa de upload também é muito importante para o bom desempenho do seu link com a internet. Quase sempre que uma operadora oferece links, as propagandas de “5 mega por X reais” só falam da taxa de download, deixando o upload oculto.
Normalmente, a taxa de upload oferecida pela operadora não chega a ser nem metade do que é ofertado como download, o que não é grande problema para a maioria das tarefas mais comuns na internet. Porém, um upload ruim pode ser a principal causa de o seu “Ping” sempre ser o mais alto em partidas de games online, provocando aqueles atrasos insuportáveis.
Os que costumam usar aplicativos de compartilhamento via torrent precisam ficar ainda mais atentos com o upload. Programas como o µTorrent costumam deixar que outras pessoas peguem o arquivo de você depois que o download terminou, consumindo boa parte de sua taxa de envio e prejudicando a navegação das demais pessoas na sua rede.


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Caso Megaupload: FBI vai copiar 150 TBs de arquivos de Kim Dotcom

Por Nilton Kleina em 15 de Junho de 2012
(Fonte da imagem: Divulgação/Megaupload)
O julgamento de Kim Dotcom, o criador do site Megaupload, ainda está longe de terminar: cada vez mais, novos capítulos deixam ainda mais enrolado o processo de acusação contra o empresário. A novidade da vez partiu de uma corte da Nova Zelândia, que decidiu obrigar o FBI a emitir uma cópia dos arquivos pessoais do réu e entregá-los a ele, acatando um pedido feito recentemente pelo rapaz.
Nos 150 terabytes de dados apreendidos na cada de Kim Dotcom estariam documentos valiosos para o caso, como emails e recibos que serviriam como prova contra o criador do Megaupload. Vale lembrar que eles não têm nada a ver com os arquivos hospedados nos servidores do site – também apreendidos, porém intocados e em segurança.
A instituição norte-americana afirmou que seriam necessários dois meses e meio para que todos os dados sejam copiados – e a eficiência não é comprovada, já que muitos arquivos se encontram codificados.
Fonte: Wired


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Inteligência artificial descobre a droga usada analisando apenas textos escritos




De acordo com o site NewScientist, a inteligência artificial pode ajudar os cientistas e médicos a entender melhor os efeitos das drogas psicodélicas. Mateus Baggott, professor da Universidade de Chicago, e seus colegas usaram algoritmos para examinar os relatórios escritos por mil pessoas que estavam com seus sentidos e emoções alterados.
Com os resultados obtidos, os pesquisadores descobriram que com a frequência de certas palavras citadas nos textos era possível identificar a droga ingerida com, em média, 51% de exatidão. O composto conhecido como ecstasy foi o que teve o maior índice de assertividade: 87%. Baggott espera que a pesquisa ajude na investigação de como as drogas atuam no cérebro humano.
Fonte: NewScientist


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quarta-feira, 6 de junho de 2012

Facebook e Google estariam disputando a compra de ações do canal Vevo


O Vevo possui uma estimativa de 48 milhões de visitantes únicos em abril
(Fonte da imagem: Reprodução/Vevo)

Aparentemente, Google e Facebook encontram-se em mais uma batalha: segundo o New York Post, tanto o CEO Larry Page, do site de buscas, quanto Mark Zuckerberg, da rede social, pretendem adquirir uma ampla parceria com o Vevo – o equivalente digital da MTV.

De acordo com fontes abordadas pela reportagem, os representantes das duas grandes potências da internet têm mantido diálogos com o Vevo sobre a compra de participações acionárias.

Por outro lado, o Vevo já teria contratado o banco de investimentos Allen & Co. para explorar as possibilidades de uma venda parcial ou total. Também há rumores de que o canal — que é propriedade da UMG, da Sony Music e da Abu Dhabi Media Co. — pretende sair do YouTube no próximo ano.

O Vevo, serviço avaliado em cerca de US$ 1 bilhão, tem um acordo de partilha das receitas de anúncios exclusivo com o Google — contrato que já expiraria no final do ano. No entanto, há rumores de que, com a saída do YouTube, o canal também estaria se aproximando do Facebook.

Outra fonte teria afirmado à reportagem que, apesar dos diálogos terem acontecido, ainda não está claro o nível de seriedade da compra de ações que o Facebook ou o Google pretendem fazer.

Fonte: New York Post e The Verge

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5 situações da ficção científica que estão se tornando realidade

Sempre que assistimos a um filme de ficção científica, ficamos imaginando como seriam as nossas vidas caso alguns dos elementos que aparecem na tela fizessem parte do mundo real. Certas coisas poderiam ficar mais fáceis, outras mais emocionantes. A única certeza é a de que nada seria como antes.
Então, você descobre que algumas situações presentes em filmes já estão em desenvolvimento. É hora de ficar feliz ou em pânico?

1) Doenças apocalípticas

Pesquisas sobre novas doenças são normais, e muitas vezes, através delas, são encontradas curas importantes para a humanidade. Pesquisar uma nova doença é compreensível. Criar uma nova doença é uma história completamente diferente.
 
(Fonte da imagem: Reprodução / Wikimedia)
É isso o que acontece em um laboratório em Rotterdam, na Holanda.  Lá, são testados e manipulados vírus de todos os tipos. Esperamos que seja para encontrar curas, mas aí vemos o trabalho do virólogo Ron Fouchier, que através de experiências com o vírus da gripe aviária conseguiu desenvolver uma versão da doença muito mais poderosa e perigosa que a conhecida.
Em vez do necessário contato com uma vítima infectada, o vírus é passado pelo ar. O simples ato de ficar na mesma sala com o doente já faz com que você seja, também, infectado. Agora, pense em algo assim caindo em mãos erradas.

2) Bebês alterados geneticamente

Em algumas obras da ficção, somos apresentados a distopias que mostram uma realidade onde bebês são gerados através de processos de laboratório que escolhem características específicas, tentando criar uma criança perfeita. O filme Gattaca aborda isso de maneira muito interessante, apresentando a história de um mundo onde todos são criados in vitro, supostamente sem defeitos, enquanto aqueles que são criados de maneira natural são considerados “incompletos” e renegados pela sociedade.
 (Fonte da imagem: Getty Images)
Agora, você descobre que existe uma clínica nos Estados Unidos que pretende fazer algo parecido no mundo real. O Fertility Institute, através de uma varredura que busca doenças genéticas sérias em fetos, consegue realizar uma seleção dos traços que determinam a cor dos olhos e dos cabelos, entre outras características. Caso os pais queiram uma criança de cabelos castanhos e olhos azuis, o instituto tem como realizar esse desejo. Em breve, poderão até decidir qual é o sexo da criança.

3) Mineração espacial
É fácil encontrar na ficção científica histórias que envolvam mineração espacial. O clássico "Blade Runner", do diretor Ridley Scott, apresenta esse elemento na história e, de todos os avanços tecnológicos presentes nesta lista, este talvez seja o mais compreensível.
A cada dia que passa, a Terra vai tendo seus recursos naturais extraídos em um ritmo frenético, o que gerará falta de matéria com o tempo. Como o espaço é a fronteira final e planetas inabitados podem ser explorados para mineração, esse parece ser o seguinte passo da humanidade.
A empresa Planetary Resources estuda realizar expedições não tripuladas a asteroides para mineração de elementos como platina. Não trazendo nenhum Alien que saia do peito das pessoas, parece uma boa ideia.

4) Tenha um avatar andando por aí

O filme "Avatar", de James Cameron, apresentou um elemento que a ficção científica já havia usado algumas vezes, a de humanos controlando cascas orgânicas através de ondas cerebrais, assumindo o seu controle total. Você provavelmente viu o filme, sabe como funciona.
 (Fonte da imagem: Divulgação / 20th Century Fox)
A DARPA, divisão de avanços tecnológicos do exército americano, já está desenvolvendo algo parecido, com o singelo nome de Projeto AVATAR. A ideia é criar uma conexão suficiente para soldados assumirem o controle de máquinas bípedes semiautônomas no campo de batalha. Traduzindo: um soldado no controle de um robô que anda em duas pernas.
O plano não é simplesmente deixar um controle com o soldado, transformando tudo em um grande video game. A DARPA quer desenvolver uma tecnologia de “telepresença”, em que o soldado assume mentalmente o robô, como no filmes "Avatar" e "Os Substitutos".

5) Aprenda Kung-fu ou o que quiser, como em Matrix

Numa das cenas mais conhecidas de "Matrix", Neo, personagem de Keanu Reeves, é ligado a uma máquina e recebe treinamento em artes marciais pelo computador. Graças a isso, ele consegue fazer tudo isso.
Tudo bem que é só um filme, mas deu para entender a ideia. Qualquer tipo de conhecimento acessível ao homem disponível através de uma máquina, sem serem necessários anos de estudo ou treinamento. Parece o mais impossível, mas já está em desenvolvimento.
Cientistas da Universidade de Boston e de laboratórios de neurociência computacional de Kyoto, no Japão, descobriram que, através de uma máquina de ressonância magnética, pode-se induzir conhecimento através do córtex visual, alterando o padrão de atividade cerebral.
Ainda é muito cedo, mas caso a pesquisa continue e avanços sejam feitos, talvez qualquer um poderá sair por aí dizendo “Eu sei Kung-fu” e estar falando muito sério.
Fontes: CBS News, NPR, Reuters, Wired e Science


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Quer saber quanto ganha um estagiário no Facebook?

 

Quem está prestes a se formar em uma faculdade sabe o quanto sofrem os estagiários. Não importa a área, são sempre longas horas, cobranças absurdas e trabalho exaustivo por uma compensação financeira muito baixa. Isso, claro, se existir uma compensação financeira. Então, você fica sabendo informações sobre os estagiários do Facebook.

Em uma pesquisa realizada pelo site Glassdoor, descobriu-se que os estagiários de programação da rede social criada por Mark Zuckerberg recebem, em média, US$ 75 mil por ano. Alguns estudantes revelaram receber, com descontos, US$ 6.883 por mês.

Se você já está achando isso uma mamata, saiba que, além de receberem um salário gordo, os estagiários ainda ganham alguns benefícios como um notebook, um iPhone, acesso à uma academia, até três refeições diárias e todas as mordomias dos escritórios do Facebook.

Ainda achando um absurdo tantos valores e benefícios? Pois saiba que o Facebook não tem os salários mais altos, já que a Glassdoor descobriu que estagiários de engenharia de software na Google, em San Jose, na Califórnia, recebem em média US$ 7 mil.

Alguém aí está pensando em mandar um currículo para essas empresas?

Fonte: ABC News

Está usando menos o Facebook? Saiba que você não está sozinho

 

Pode ser que isso não aconteça com você, mas o Facebook tem deixado várias pessoas entediadas e preocupadas com a própria privacidade. Essa afirmação é resultado de uma pesquisa feita pela Reuters e a empresa Ipsos, que estudou o tempo gasto no site e os resultados da publicidade feita dentro dele.

Como resultado, foi possível constatar que 34% das pessoas gastam bem menos tempo na rede social hoje do que há seis meses. Além disso, somente 20% das pessoas responderam que têm passado mais tempo no site — o que é um número pequeno se for levada em conta a “deserção” já mencionada.

A maior causa dessa diminuição de tempo é o conteúdo disseminado no Facebook. Ele foi considerado chato, inútil e sem relevância. Em segundo lugar, está a preocupação com a privacidade, pois essa rede social não é considerada tão segura quanto o Twitter e outras.

Outra conclusão anunciada pela Reuters é a de que pessoas de 18 até 34 anos são as que mais usam o Facebook e checam a sua conta todos os dias. A faixa etária menos presente é a com pessoas acima dos 55 anos, pois apenas 29% delas têm um perfil na rede social.
Publicidade x Compras

Em sua pesquisa, a Ipsos também afirmou que a publicidade feita dentro do Facebook não é tão eficiente. A grande maioria das pessoas entrevistadas — e estamos falando de 80% delas — disse que nunca comprou nada anunciado na rede social.

Essa estatística assustou pesquisadores e investidores, pois mostra que a opinião de amigos e pessoas conhecidas não tem tanto peso na hora da compra. Para confirmar a conclusão da pesquisa, dados do próprio Facebook mostram que a renda gerada em publicidade vem caindo desde o ano passado.

Fonte: Reuters

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sexta-feira, 1 de junho de 2012

Como o cérebro percebe a passagem do tempo?


(Fonte da imagem: Thinkstock)

Já aconteceu de você estar ocupado com alguma coisa e, quando se dá conta, já se passou uma hora inteira, mas você continua com a sensação de que foram apenas alguns minutinhos? Na verdade, são essas pequenas distorções na forma como percebemos o tempo que nos fazem estar sempre atrasados ou correndo.

De acordo com Annalee Newitz, do site io9, isso ocorre porque o nosso cérebro é a pior ferramenta com a qual podemos contar na hora de medir o tempo. Newitz, que vive atrasada, resolveu pesquisar e conversar com alguns neurocientistas para entender a razão disso.
Tempo objetivo x tempo relativo

Quando observamos os minutos passando em um relógio, estamos percebendo o tempo de forma objetiva, com segundos que somam minutos, minutos que somam horas, e assim por diante. Entretanto, o nosso cérebro percebe o tempo de forma relativa, medindo a sua passagem com base em nossos relógios biológicos.

Assim, andamos por aí com uma percepção de tempo subjetiva, quando, em termos reais, o tempo passa de forma objetiva. Segundo Newitz, os cientistas acreditam que o cérebro mede o tempo na forma de pulsos, espécies de pontinhos que vão se acumulando e sendo armazenados em nossa memória na forma de intervalos de tempo.

(Fonte da imagem: Thinkstock)

Acontece que muitos fatores — como o uso de drogas, nosso “chutômetro” ou até mesmo a atenção que dedicamos a alguma coisa — podem influenciar a nossa percepção do tempo, acelerando ou diminuindo a sua passagem.

Dessa forma, quando o nosso cérebro precisa fazer uma estimativa de quanto tempo vamos gastar na realização determinada tarefa, ele escolhe, de forma aleatória, uma das muitas memórias relacionadas à ação. Geralmente, essa escolha é relativamente precisa. Entretanto, quando não é, acabamos perdendo a noção do tempo.
Mais de uma coisa ao mesmo tempo


(Fonte da imagem: Thinkstock)
De acordo com os neurocientistas, todos nós contamos com pelo menos dois relógios biológicos, um baseado em nossas experiências — conforme explicado acima — e outro baseado no ritmo circadiano, ou seja, aquele reloginho que nos diz a que horas devemos dormir, comer ou acordar. Aliás, este é o mais importante de todos os nossos relógios biológicos e está presente na grande maioria dos seres vivos.

Portanto, somos capazes de controlar vários relógios internos ao mesmo tempo — você, leitor, agora mesmo está controlando pelo menos três deles: o circadiano, um que está calculando quanto tempo você levará para ler este artigo e um terceiro, estimando quanto tempo falta para a sua próxima refeição, por exemplo — um para cada ação que estejamos realizando.

E mais: esses muitos reloginhos fazem parte das mesmas redes neurais que nos ajudam a coordenar e planejar os nossos movimentos físicos, ou seja, nossas habilidades de perceber o tempo e reagir às diferentes atividades estão intimamente relacionadas.
Tome um café e veja o tempo voar

Como mencionado anteriormente, algumas substâncias também podem influenciar a forma como percebemos a passagem do tempo, interferindo na maneira como o cérebro acessa as memórias na hora de estimar o tempo. Assim, quando tomamos muito café, por exemplo, que é um estimulante, percebemos a passagem do tempo como sendo mais rápida.

Isso nos leva a armazenar memórias mais rapidamente, além de fazer com que tenhamos mais facilidade para lembrar coisas. Ao contrário, substâncias calmantes fazem com que o nosso cérebro diminua o ritmo, fazendo com que percebamos a passagem do tempo de maneira mais lenta, além de armazenar menos memórias.
Por que perdemos a noção do tempo dependendo do que estamos fazendo?

(Fonte da imagem: Thinkstock)

De acordo com os neurocientistas, quando estamos envolvidos em algo que requer nossa total atenção — um filme emocionante, um encontro romântico ou um artigo interessante, por exemplo —, temos a sensação de que o tempo voa, precisamente porque não estamos atentos a ele.

Contudo, se você nunca mais quiser perder a noção do tempo, a solução é bem simples: basta adicionar à sua coleção de reloginhos internos um que foi projetado especialmente para este fim, ou seja, o bom e velho relógio objetivo.

Seja ele de pulso, parede ou até um programinha de computador, ele poderá dizer a você as horas de forma precisa, além de ajudar o seu cérebro a corrigir as pequenas distorções que criamos na hora de estimar quanto tempo vamos gastar fazendo o quê.

Fontes: PLoS One, io9 e Universidade de Münster

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