segunda-feira, 26 de agosto de 2013

10 designers de logo famosos e suas obras



Muitas vezes o logo é a “primeira impressão” da empresa, e nem sempre o designer escolhido foi feliz em sua criação. Um logo não é apenas algo bonitinho com cores combinando, ele precisa passar uma mensagem, traduzir o que a marca é. Muitas vezes algumas mensagens são subliminares – propositalmente ou não, depende muito do conceito.
Pra muita gente este pode ser um post completamente inútil – e eu não discordarei. Porém, para cada canto que você olha, logos te bombardeiam. Eles não só ajudam a identificar seus produtos favoritos, por exemplo. Eles fazem parte do seu dia-a-dia. São verdadeiros invasores silenciosos (alguns fazem muito barulho com seus carros de som, mas isso é outra história) que dominam o mundo e ninguém percebe. Afinal, o que você não faz pela sua marca favorita?
Depois dessa viagem toda, que tal conhecer 10 designers de logo importantes no mundo inteiro?
raymond loewy
10. Raymond Loewy – Raymond Loewy (1893 – 1986) é reconhecido como um dos melhores designers industriais do século 20. O logotipo da Shell de 1971, que é usado até hoje, foi desenhado por Loewy. Ele também criou os logotipos antigos da British Petroleum (logo Shield) e Exxon.
gerard huerta
9. Gerard Huerta – Gerard Huerta é um designer com um dos portfólios mais versáteis. Não são muitos os designers gráficos que tem a oportunidade de aplicar seus conhecimentos de design em áreas tão vastas como Gerard tem feito. Seus designs de logos corporativos famosos incluem Swiss Army Brands, Eternity da Calvin Klein, MSG Network, CBS Records Masterworks, The Atlantic Monthly e PC Magazine.
wally olins
8. Wally Olins – Segundo a Wikipedia, Wally Olins é reconhecido praticante como o mais experiente do mundo da identidade corporativa e branding. Wally foi nomeado para o Prince Philip Designers Prize em 1999 e recebeu a medalha de bicentenário da Royal Society of Arts por seus incansáveis esforços na indústria de design.
chermayeff & geismar
7. Chermayeff & Geismar – Ivan Chermayeff e Tom Geismar foram dois estudantes de Yale em meados dos anos 50. Chermayeff & Geismar Inc são os criadores de várias marcas famosas e identidades corporativas. Algumas das suas obras mais prestigiadas são para grandes corporações como a Mobil, Time Warner, Viacom, e a Xerox.
herb lubalin
6. Herb Lubalin – Herbert F. Lubalin (1918 -1981) foi um famoso designer gráfico dos EUA. Os mais proeminentes designs de logo de Herb são o logo Marriage criado em 1965 e o logo Families criado em 1980.
walter landor
5. Walter Landor – Walter Landor (1913-1995) foi um designer gráfico alemão nascido em Munique. Landor ficou mais popular com seu criativo design de logo para a Fedex. A utilização meticulosa do espaço negativo como “seta” era uma obra brilhante de Landor. Seu design de logo da FedEx é considerado como um dos melhores do mundo.
sagi haviv
4. Sagi Haviv – Sagi Haviv, que é sócio da Chermayeff & Geismar, é um designer de 34 anos de idade. Entre seus vários projetos de identidade corporativa estão os designs de logo para os Parques Nacionais do porto de Nova York, Rádio Free Europe, Library of Congress, e da famosa marca de moda Armani Exchange.
alan fletcher
3. Alan Fletcher – Gerard Alan Fletcher (1931 – 2006) foi um designer gráfico britânico. The Daily Telegraph o descreveu como “o designer gráfico mais conceituado da sua geração, e provavelmente um dos mais prolíficos”. Um de seus trabalhos corporativos que é conhecido por muitos é o logo para a Reuters de 1965, composto de 84 pontos. O logo “V&A” para o Museu Victoria and Albert, feito em 1989 e o logo “IoD” para o Institute of Director ainda estão em uso nos dias de hoje.
paul rand
2. Paul Rand – Paul Rand (1914-1996) foi um designer gráfico eminente de origem americana. Ele foi melhor reconhecido por seus famosos designs de logos corporativos. Algumas de suas identidades corporativas incluem o logo da ABC, a IBM e da UPS.
saul bass
1. Saul Bass – SAUL BASS (1920-1996) foi um renomado designer gráfico do século 20. Ele era bem conhecido para a concepção de títulos de filmes. Seu designs de logos corporativos incluem identidades de marca muito bem sucedidas como a Bell Telephone System Communications, United Airlines, AT&T, Minolta e Warner.
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A lista acima é uma tradução deste artigo do LogoBlog. Achei bacana o bastante para traze-lo para a nossa língua, mesmo que de uma forma um pouco… meia-boca. Eu mal sei escrever em português!
E aí, o que acharam dos logos? A maioria é desconhecido pra gente, claro, assim como pouca gente sabe da seta entre o E e o x do logo FedEx. E sei que muita gente vai achar boa parte dos logos feios, mas acreditem, todos eles tem um conceito, contam uma história. São verdadeiras obras de arte. Afinal, esses caras sabem como fazer um logo.

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Aplicando partículas brilhantes em fotos

01. Pressione Ctrl+O e abra uma imagem qualquer, para este tutorial iremos usar a imagem abaixo.



02. Pressione Ctrl+Shift+Alt+N para criar uma nova layer, dê o nome de Star, clique aqui  (clique com o botão direito do mouse e escolha a opção Salvar Link Como) e baixe o set de brushes usados no tutorial, instale o set de Brushes dentro da pasta Adobe Photoshop CS3> Presets> Brushes, salve o documento que estamos trabalhando, reinicie o Photoshop, abra novamente o documento, pressione a letra B do teclado para selecionar a Brush Tool, clique na opção Brush na barra de opções da ferramenta, clique na pequena seta no canto superior direito e escolha o nome do Brush que foi baixado (SS-sparklies) na lista que foi aberta para carregar o set de brushes, escolha o brush indicado abaixo.



03. Preencha o documento como na imagem abaixo



04. Pressione a letra E do teclado para selecionar a Eraser Tool, escolha um brush de pontas suaves e tamanho médio, apague algumas partes como na imagem abaixo.



05. Pressione Ctrl+Shift+Alt+N para criar uma nova layer, dê o nome de Star 2, pressione a letra B do teclado para selecionar a Brush Tool, clique na opção Brush na barra de opções da ferramenta e escolha o brush mostrado logo abaixo e defina um tamanho de 180 pixels.



06. Pressione a letra P do teclado para selecionar a Pen Tool, defina os valores mostrados abaixo na barra de opções da ferramenta e crie um Path por toda a extensão onde deixamos o brush que foi aplicado visível, como mostrado na imagem abaixo.





07. Clique com o botão direito do mouse no Path criado e escolha a opção Stroke Path, defina os valores abaixo e pressione Ok.





08. Clique novamente com o botão direito do mouse sobre o Path e escolha a opção Delete Path, escolha a cor #ffe1b8, pressione a letra B do teclado para selecionar a Brush Tool, defina um outro tamanho qualquer e passe vá clicando na imagem afim de deixá-la como na imagem abaixo.



09. Repita do passo 05 ao 07 usando a cor #ffffff.



10. Agora pressione Ctrl+Alt+Shift+N para criar uma nova layer, dê o nome de "Colors" para a layer, pressione a letra B do teclado para selecionar a Brush Tool, escolha um brush de pontas suaves e tamanho médio.



11. Escolha cores variadas e pinte cobrindo toda a imagem como na imagem abaixo.



12. Vá em Filter> Blur> Motion Blur e defina os valores abaixo.


13. Agora vá em Filter> Noise> Add Noise e defina os valores abaixo.



14. Mude o modo de blend da layer para Color Burn, pressione a letra E do teclado para selecionar a Eraser Tool, escolha um brush de pontas suaves e tamanho grande, clique em alguns pontos onde você queira apagar o colorido aplicado como na foto abaixo.



15. Pressione Ctrl+Shift+Alt+N para criar uma nova layer, dê o nome de "Light", pressione a letra D do teclado para resetar as cores de Foreground e Background para preto e branco, pressione Alt+Backspace (a tecla acima do Enter), ou pressione a letra G do teclado para selecionar a Paint Bucket Tool e clique no documento para preencher a layer com a cor preta, vá em Filter> Render> Lens Flare, posicione em qualquer lugar, repita o efeito mudando a posição do Lens Flare e alterando os valores do filtro, posicione quantas cópias achar necessário, mude o modo de blend da layer para Color Dodge e ao final seu efeito estará como na foto abaixo.





site de origem: http://www.cupofidea.com/howto/334

domingo, 18 de agosto de 2013

Desastres com Photoshop

Confira uma coletânea com diversos desastres de manipulações usando o Photoshop de empresas famosas como CLARO, C&A e VOGUE.

Muitas vezes, fazemos críticas aos “sobrinhos” da vida que terminam pecando nas manipulações de imagens porém, quando o cliente passa a ser uma grande rede de roupas ou revistas famosas, a história fica mais séria, afinal, uma agência com um grande cliente não deixaria o projeto nas mãos de um amador.




















sábado, 10 de agosto de 2013

99,9% dos usuários de smartphones são praticantes do Phubbing! Sabe o que é?

99,9% dos usuários de smartphones são praticantes do Phubbing! Sabe o que é?

Você sai para jantar com um amigo que não vê há séculos. Pede a comida e tenta puxar aquela conversa pra colocar o papo em dia. Quando menos espera, a pessoa à sua frente está com os olhos vidrados no smartphone, sem ter a mínima ideia do que está acontecendo ao seu redor. Reconheceu? É o Phubbing!

Isso mesmo, acaba de surgir uma palavra pra resumir aquele comportamento desprezível em que uma pessoa ignora a outra porque fica prestando atenção somente no seu querido gadget.

Phubbing, a palavra que é uma união entre phone (telefone) e snubbing (esnobar), foi cunhada pelo australiano Alex Haigh e virou base da campanha STOP PHUBBING, que tem o objetivo nobre de tentar resgatar o que falta da boa educação das pessoas quando em situações sociais.

De acordo com o site da campanha, se o phubbing fosse uma praga (e é), ele já teria dizimado 6 Chinas inteiras (atenção para a população chinesa em 2011-> 1,3 bilhões de pessoinhas).

As chances de você ser um phubber são grandes: afinal, são mais de 70 milhões de smartphones no Brasil. De acordo com o site da campanha, o Rio de Janeiro é a 16a cidade que mais phobbeia no mundo.

É aquela coisa, né? Quando você percebe, todo mundo – inclusive você – estão de olho no celular, e sempre com a mesma desculpinha: “só respondendo o Whatsapp”, “tô dando uma olhadinha rápida no Feice”, “só postando essa foto aqui no Insta”, etc..

A sensação que fica é até que existe o “momento do Phubbing”, em que todos em uma mesa olham o seu celular… talvez pra não ter que lidar com as pessoas no mundo offline (que, convenhamos, pode ser bem complexo), talvez pra satisfazer o vício, talvez porque a vida das pessoas no online, porque editadas, são bem mais palatáveis.

A campanha é bacana e traz uma reflexão super válida sobre essa questão da interação social-online-offline. Se você também tá cansado de falar com a testa dos outros, pode entrar no site do Stop Phubbing e baixar pôsteres sobre a campanha, adesivos, envergonhar um phubber e muito mais.

E você, já phubbeou hoje?

KF Designer Logo




terça-feira, 9 de julho de 2013

Como criar seu próprio servidor de arquivos em casa

Guardar seus arquivos de forma segura nunca foi tão fácil. Quem não gosta de armazenar seus dados com métodos tradicionais (pendrives, CDs, DVDs e HDs portáteis) pode muito bem usufruir de uma enorme variedade de serviços de armazenamento na nuvem como Dropbox, Google Drive e SkyDrive.

Contudo, digamos que você quer mais, muito mais. Não quer depender de servidores terceirizados, que podem muito bem apresentar problemas e sumir com seus documentos confidenciais em questão de pouquíssimos minutos. Embora seja pouco provável que os gigantescos datacenters da Microsoft ou da Google apresentem problemas, os mais neuróticos sempre mantêm essa possibilidade em mente.

Sendo assim, que tal montar seu próprio servidor de arquivos? Além de ser fácil e rápido, o procedimento é bastante barato, visto que você pode usar peças de PCs antigos que você não utilize mais (ou comprá-las em lojas de artigos usados). Além de armazenar de forma mais segura e privada os seus dados importantes, você também pode usar seu servidor para hospedar sites (economizando aquela graninha que você gastava no seu host). O Tecmundo ensina a você como fazer tudo isso em apenas sete passos simples! Confira.

(Fonte da imagem:

Reprodução/Baixando Wallpapers)
1) Monte o hardware



Você se lembra daquele computador antigo que você não usa mais e que está acumulando pó desde o ano passado? Hora de revivê-lo e dar um novo trabalho para o bom velhinho. Caso você seja menos apegado e já tenha se livrado da sua máquina anterior, o jeito é montar um PC especialmente para o servidor adquirindo algumas peças que podem ser facilmente encontradas em lojas de artigos de informática. Dar uma conferida em e-commerces de usados também é uma boa pedida (sim, estamos falando do Mercado Livre). Basicamente, você vai precisar de:
Uma placa-mãe (não precisa ser um modelo muito recente);
Um processador de pelo menos 2 GHz ;
No mínimo 512 MB de memória RAM;
Um disco rígido da quantia que você desejar. Que tal 1 TB?

Fazendo uma rápida pesquisa na internet, é possível realizar uma cotação bastante precisa dos gastos desse servidor. Uma placa-mãe razoável gira em torno de R$ 199; um pente de 512 MB de memória RAM pode ser encontrado facilmente por cerca de R$ 80. Caso esteja com o orçamento apertado, opte por um Intel Celeron (cerca de R$ 100) na hora de comprar o processador. Se estiver com um pouquinho mais de grana para investir, opte por um Intel Dual Core E3300 (entre R$ 149 e R$ 199).

Por fim, chegamos ao item mais importante: o disco rígido. Um bom HD Seagate de 1 TB e 7200 RPM pode ser encontrado por pelo menos R$ 220. Se 500 GBs foram o suficiente para você, basta reservar R$ 150 por um drive da mesma marca. Quanto gastamos ao todo? Cerca de R$ 700.

(Fonte da imagem: Reprodução/Wikimedia)
2) Instale Linux



Não importa se você é um fã da Microsoft e não consegue se desapegar do clássico sistema operacional Windows: é necessário instalar o Linux para fazer seu servidor funcionar corretamente. Recomendamos que opte pelas distribuições Ubuntu ou Xubuntu. Ambas são completamente gratuitas e razoavelmente leves, não ocupando muito espaço em seu precioso disco rígido.

Instale a ISO gravando-a em um CD/DVD ou através de um pendrive bootável – clique aqui para aprender como fazê-lo, caso ainda não saiba. Importante: para os próximos passos deste tutorial, considere que utilizamos o Ubuntu 12.04 (um dos mais populares) para descrever as ações que você fará. Instalamos o SO em português.

(Fonte da imagem: Reprodução/HiTrend)
3) Limpe o sistema operacional



Qualquer distro Linux vem repleta de softwares adicionais que devem ser desinstalados antes que você prossiga. Utilize o Synaptic (gerenciador de pacotes também incluso nas distribuições) para desinstalar programas como AbiWord, OpenOffice/LibreOffice, Thunderbird, Gaim, GIMP, Firefox, Rhythmbox etc.

Em seguida, cheque se o sistema operacional não possui atualizações disponíveis. Se houver, baixe e instale todas por questões de segurança, garantindo a estabilidade do seu servidor. Por fim, desative o bloqueio de tela (através do menu Configurações do sistema > Brilho e bloqueio).
4) Configure o compartilhamento de arquivos



Tudo pronto, hora de iniciar as configurações e todo o trabalho pesado. Antes de tudo, instale o Samba, o programa que fará seu computador atuar como servidor e permitir o compartilhamento de arquivos em rede. Você pode consegui-lo através do próprio Synaptic (pesquisando novas aplicações e marcando-o para instalação) ou pela Central de Programas do Ubuntu. O app também está disponível no Baixaki.

(Fonte da imagem: Reprodução/iMasters)

Abra o terminal (Painel de controle > Terminal ou hotkey Ctrl+Alt+T) e digite sudo su para entrar no modo root. Será necessário reinserir a sua senha. Entre no diretório de instalação do Samba digitando cd /etc/samba. Escreva nano smb.conf e aperte Enter para iniciar o processo de configuração.

Apague todo o texto do documento (segure as teclas Ctrl+K até deletar tudo) e cole/digite o texto que pode ser encontrado neste link (substituindo “Name” e “Server Name” com o nome de usuário e nome da máquina). Salve o documento (Ctrl+O) e feche-o (Ctrl+X). É necessário especificar uma senha para acessar o Samba; para isto, digite o comando sudo smbpasswd -a. Por fim, reinicie os processos do programa, escrevendo sudo restart smbd e sudo restart nmbd.


5) Adicionando capacidade FTP



Abra o terminal outra vez (novamente: Painel de controle > Terminal ou hotkey Ctrl+Alt+T) e ganhe acesso root de novo (digitando sudo su e inserindo sua senha do SO). Escreva o comando sudo apt-get install proftpd para instalar o software ProFTPD. Quando você for questionado sobre o tipo de servidor que deseja configurar, escolha a opção “Standalone”.

Mude para o diretório de instalação com a mensagem cd /etc/proftpd/. Configure-o digitando o comando sudo nano /etc/proftpd/proftpd.conf. Substitua todo o conteúdo do arquivo que se abre pelo código que pode ser encontrado neste link.

Salve as configurações (Ctrl+O e em seguida Ctrl+X) e reinicie o servidor, inserindo o comando /etc/init.d/proftpd restart.


6) Configure o acesso Shell (SSH)



Ainda no terminal e em modo root, instale o OpenSSH (apt-get install openssh-server) e o VNC Server (sudo apt-get install vnc4server). Configure uma senha para este último aplicativo (digite vncpasswd e insira duas vezes uma senha de 6 caracteres). Crie um comando de login personalizado digitando sudo nano /usr/local/bin/sharex11vnc. Um novo arquivo será aberto e você deve colar/digitar o seguinte conteúdo dentro dele:

#!/bin/sh

x11vnc -nap -bg -many -rfbauth ~/.vnc/passwd -desktop "VNC ${USER}@${HOSTNAME}" \

|grep -Eo "[0-9]{4}">~/.vnc/port

Calma, ainda não acabou! Defina os direitos do usuário através do comando sudo chmod 755 /usr/local/bin/sharex11vnc. Feche o terminal e permita que o script do VNC Server recém-criado seja iniciado junto ao Linux: percorra o caminho Painel de Controle > Aplicativos de Sessão e clique no botão “Adicionar”. Escreva sharex11vncnos dois primeiros campos da janela que se abre e dê um “Ok”.

Por fim, ative o login automático de sua conta no Ubuntu (percorrendo o caminho Aplicações > Configurações > Contas de Usuário e marcando a caixa de seleção “Iniciar sessão automaticamente”).


7) Divirta-se!



Finalmente, seu servidor está pronto, com todos os softwares configurados e login automático ativado! Retire todos os componentes inúteis da máquina (mouse, teclado, monitor e até mesmo o leitor/gravador de CD e DVD) e plugue o cabo de internet (não é recomendado utilizar conexão WiFi).

Para se conectar ao seu servidor, você pode usar diversos programas como o PuTTy ou o FileZilla. Na maioria das vezes, tudo o que você precisa fazer é definir o endereço IP do servidor (você deve conferir essa informação antes a partir do PC com Linux), informar a porta (5900) e o destino (localhost:5900).

Lembre-se também de que você pode instalar complementos à vontade de acordo com sua necessidade, como TorrentFlux, Apache, MySQL e phpMyAdmin


Fonte: INTAC

Leia mais em: http://www.tecmundo.com.br/como-fazer/41291-como-criar-seu-proprio-servidor-de-arquivos-em-casa.htm#ixzz2YYEIEozf

O que é Software Livre?

Quando se fala em Software Livre o que você imagina? Um programa grátis? Sem bloqueios? Um programa de qualidade inferior? Se você pensou nestas hipóteses está de certa forma enganado, mas infelizmente você não é o único. Alguns mitos precisam ser desvendados quando falamos em Software Livre.


Segundo a Free Software Foundation (Fundação para o Software Livre), é considerado livre qualquer programa que pode ser copiado, usado, modificado e redistribuído de acordo com as necessidades de cada usuário. Em outras palavras, o Software é considerado livre quando atende a esses quatro tipos de liberdades definidas pela fundação. Nada impede que um desenvolvedor cobre pelas modificações feitas, pois há custos como em qualquer outra atividade, porém a diferença está na filosofia do Software Livre, a qual visa o espírito de liberdade e não o lucro.


A FSF é uma organização fundada em 1985 por Richard Stallman, considerado o pai do Software Livre. Stallman sempre foi contra softwares proprietários, ou seja, programas que não permitem aos usuários alterar seu código-fonte para modificar programa — não importando se ele for gratuito ou pago. Também é de criação de Stallman o projeto GNU, que junto do kernel desenvolvido por Linus Torvalds formaria mais tarde o sistema operacional Linux.


Para garantir os mesmos direitos de distribuição entre todos os usuários, foram criadas licenças, hoje existem mais de trinta delas. A mais usada é a General Public License (Licença Pública de Uso Geral), criada pelo próprio Stallman para oferecer os mesmos direitos ao usuário. A GPL possui uma regra que restringe a apropriação das modificações, logo todas as mudanças feitas no software se tornam comuun entre todos que partilham o programa.


Além da GPL, outras regras para distribuição de softwares são utilizadas, como a Copyleft. Este termo significa que quando um programa é redistribuído não é permitido adicionar restrições — todas as quatro liberdades são consentidas. CopyLeft é um trocadilho com o termo "Copyright", pois ao contrário deste é possível distribuir o software para qualquer pessoa.


Está muito confuso? Então imagine se um software fosse uma pizza, seu código-fonte seria sua receita. No conceito de Software Livre todos têm acesso à pizza e sua receita, diferentemente de um software pago, o qual é possível pegar apenas a pizza, ou um pedaço dela.


Há muito receio quanto à qualidade dos programas livres. Segundo o site Software Livre do Governo Federal, há muitos casos de sucesso dentro de vários órgãos federais, por exemplo, o Ministério das Comunicações, Marinha do Brasil, Embrapa, Instituto Nacional de Tecnologia da Informação entre outros, utilizam o Software Livre.


Para uso pessoal, alguns softwares livres se destacam e em vários casos acabam superando os programas pagos não só no número de usuários, mas também na qualidade. Alguns exemplos são: o sistema operacional Linux e suas versões (Ubuntu, Kurumim, Fedora). E quem nunca ouviu falar do navegador Mozilla Firefox, rival do Internet Explorer da poderosa Microsoft? A raposinha ganhou uma porcentagem considerável do mercado.


Ainda temos o The GIMP, editor de imagens livre que não fica devendo em muitos aspectos ao famoso Photoshop. E o que falar do eMule e de tantos outros compartilhadores que têm seu código-fonte aberto? Em suma, tais programas já dominaram a web e estão sempre presentes na vida do internauta.





Os programas de código aberto estão conquistando um espaço importante, principalmente no cotidiano dos novos usuários. Hoje é possível comprar um computador com sistema operacional livre na maioria das lojas populares, o que torna o preço mais acessível e isso contribuiu muito para a popularização da Internet. Ainda há muito que se discutir sobre as vantagens ou desvantagens, mas são indiscutíveis os malefícios do monopólio e da privação da liberdade.


($InsereProgs$)($CODInsereProgs$)2602,6345,43979,10868,51585,50590($/CODInsereProgs$)



Leia mais em: http://www.tecmundo.com.br/linux/218-o-que-e-software-livre-.htm#ixzz2YYE6ou3t