quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Esburacada (porém estilosa), mesa esconde fios dos eletrônicos


O acúmulo de fios em sua mesa, problema ainda comum em uma época não tão wireless, pode ser resolvido de um jeito mais simples do que você imaginava. Sem presilhas, fitas ou organizadores de cabos, Beatus Kopp descobriu uma solução elegante. A mesa aTable, apresentada pelo estudante da Stuttgart State Academy of Art and Design na Alemanha no mês passado, tem as pernas ocas para permitir a passagem de fios, cabos e demais prolongamentos que possam atrapalhar sua vida. A peça é feita com resina reforçada com fibra de vidro e pesa cerca de 13 Kg. Segundo o estudante, a intenção foi buscar uma solução que utilizasse os conceitos mais básicos de uma mesa, com as pernas sendo o prolongamento natural da superfície. Admiramos a perspicácia do designer, mas já alertamos que é bom ele pensar em modelos com umas 3 dúzias de pernas a mais - você sabe, sempre dá pra ligar mais alguma coisa.

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Óculos hidratantes: combata o ressecamento dos olhos







A moda dos óculos tem inspirado não apenas a criação de uma variedade imensa de modelos, mas também de novas tecnologias para o artigo. O exemplo mais recente vem do Japão, onde uma empresa criou uma versão que hidrata os olhos.

A marca Jins inventou os óculos hidratantes com o objetivo de evitar o ressecamento dos olhos, principalmente durante longos períodos de trabalho em frente ao computador. Para tanto, ao lado de cada uma das lentes há um reservatório onde é possível colocar água purificada ou mesmo um colírio lubrificante.

Assim, todas as vezes que você sentir um incômodo por causa dos olhos ressecados, basta tirar o reservatório da armação e pingar a quantidade necessária do produto.

A melhor parte é que, além de úteis, os modelos ainda são bem atraentes. Eles estarão à venda no Japão a partir de outubro.

Via TodaEla

Os 7 processos jurídicos mais absurdos da história da tecnologia


Sabe aquela história de que, hoje em dia, qualquer bobagem é motivo para gritar "Eu vou te processar"? Pois bem, na área da tecnologia e computação, isso também acontece. Veja só esta lista de processos esquisitos que o Tecmundo selecionou.

1. A culpa é do Google Maps!

Lauren Rosenberg, uma motorista de Utah, Estados Unidos, dirigia de noite quando, de repente, foi atingida por outro veículo em um cruzamento. Seria só mais uma ocorrência normal, não fosse pelo fato de que o acidente acabou rendendo um processo contra uma das gigantes da informática.

Rosenberg tentou alegar para a corte norte-americana que o responsável pelo acidente foi o Google Maps, serviço do Google consultado pela motorista antes de prosseguir viagem. A acusação não rendeu uma indenização para Lauren, já que o Google Maps possui avisos que falam sobre a confiabilidade das rotas sugeridas, mas ela bem que tentou.

2. Mafia Wars quebra coração

Cheryl Gray, de Michigan, Estados Unidos, conheceu seu namorado de Washington, Wylie Iwan, pelo jogo Mafia Wars, muito famoso no Facebook. O casal passava até oito horas online por dia. O relacionamento corria bem, até que Gray avisou Iwan que estava indo visitá-lo, em Washington.

Nesse momento, Iwan contou que tinha conhecido outra pessoa, em um bar na cidade dele. Agora, Cheryl está movendo um processo contra Iwan e tentado recuperar cerca de 8 mil dólares que ela alega ter gastado em presentes, passagens aéreas, reserva de hotel e até aluguel de veículo. Pior que isso, só se abrisse um processo contra a desenvolvedora do jogo, não é mesmo?

3. Difamado pelo Google

As sugestões de pesquisas feitas pelo Google, enquanto uma ou mais palavras-chaves são digitadas no campo de buscas, podem render situações desconcertantes. O Tecmundo já publicou até mesmo uma galeria com as ocorrências mais bizarras.

O problema surge quando palavras ruins são associadas a pesquisas que envolvem nomes de pessoas ou de empresas. Na França, por exemplo, a empresa foi obrigada a pagar uma indenização depois de o mecanismo de busca ter sugerido a palavra “golpe” (scam) ao lado do nome de um centro de educação à distância. Recentemente, o Google também foi processado por um hotel irlandês, que teve seu nome associado à palavra falência.

4. Alergia a Pentium

Alguém já teve alergia provocada por processadores? (Fonte da imagem: Wikipedia)
Em 2002, uma mulher holandesa tentou mover um processo contra o Ministério da Economia da Holanda e, aparentemente, também contra a Intel, alegando que o processador Pentium liberava algum tipo de radiação que causava alergia nela. Com processadores 486, porém, nada acontecia. Os tribunais rejeitaram a tentativa de processo.

5. Lindsay Lohan, a “leitólatra”

Quando a empresa de serviços financeiros E-Trade decidiu exibir o comercial acima na televisão americana, não imaginava que bebês discutindo investimentos e finanças poderiam causar tanta dor de cabeça. A atriz Lindsay Lohan moveu um processo de 100 milhões de dólares contra a empresa alegando ter sido difamada pelo comercial, já que a bebê chamada Lindsay acaba sendo “ofendida” com o rótulo de “leitólatra” (milk-aholic), ou viciada em leite, durante a propaganda.
Para quem não se lembra ou não costuma acompanhar as notícias sobre celebridades, Lindsay Lohan já ganhou muito destaque na imprensa por causa do uso abusivo de álcool e drogas.

6. Falou mal no Twitter


Ao reclamar no Twitter de um apartamento que tinha alugado, Amanda Bonnen acabou sendo processada pela empresa de gestão imobiliária que havia contratado. A ação exigia uma indenização de pelo menos US$ 50 mil, mas acabou sendo desprezada pelo juiz, que não considerou ofensiva ou difamadora a mensagem publicada por Amanda, que só reclamou do excesso de bolor em seu apartamento.

7. Pais contra o Wi-Fi na escola


Quando uma escola de Chicago resolveu disponibilizar acesso wireless à internet para seus alunos, um grupo de pais processou o colégio por estar expondo seus filhos à ação de ondas de rádio que podem trazer danos à saúde das crianças.
Depois de uma avaliação e de a escola se comprometer a acompanhar as pesquisas futuras sobre o efeito dessas ondas no corpo humano, os pais que moveram o processo não se deram por satisfeito e continuam a exigir o desligamento desses equipamentos. Por enquanto, não conseguiram.

...

Apesar de a justiça se fazer de cega em algumas ocasiões, em outras ela tem verdadeiros olhos biônicos. Por isso, pense bem antes de processar o Google pelas mensagens de "Bad server, no donut for you". Pode ser que a ação acabe virando notícia no Tecmundo.


Leia mais em: http://www.tecmundo.com.br/12661-os-7-processos-juridicos-mais-absurdos-da-historia-da-tecnologia.htm#ixzz1VoRFU3Fo

Saúde: conheça a síndrome da visão cansada por uso de computadores

Se você costuma utilizar o computador durante muito tempo, já deve ter ouvido que “ficar muito tempo de frente para a tela faz mal para os olhos”. Caso você tenha ignorado esse aviso, é melhor pensar duas vezes: a visão pode ser prejudicada pelo uso excessivo do computador.

Caso você realmente passe tanto tempo encarando o monitor, você pode não ter apenas um, mas uma série de problemas conjuntos ocasionados pelo esforço em visualizar a tela durante horas. Há quem chame tudo isso de síndrome da visão relacionada a computadores (CVS, na sigla original em inglês), um dos males modernos que surgiram juntamente com os avanços da tecnologia.

Já outros especialistas da área simplificam o diagnóstico: seu olho fica cansado com tanto esforço – e o usuário normalmente não gasta o tempo necessário para recuperá-lo decentemente. O Tecmundo preparou abaixo um guia sobre esse problema, além de algumas dicas sobre como evitá-lo.
Conheça o problema

Nossa visão fica cansada exatamente como as pernas, por exemplo, após praticarmos uma atividade física: os olhos também não aguentam a tensão gerada pela repetição de uma atividade por muito tempo.



No caso, tal tarefa é a necessidade de focar durante todo o tempo em um pequeno espaço (o monitor), para enxergar de maneira definida todas as imagens e textos que são formados pelos pixels.

E esse cansaço vai muito além da simples falta de vontade de continuar encarando a tela: a pessoa normalmente sente em seus olhos sintomas como ardência, ressecamento, vermelhidão e dificuldades em focalizar a imagem, além de dor de cabeça constante e desconforto em ambientes mais iluminados.



Há ainda outro fator que assusta: usar o computador por três horas diárias já pode ser o suficiente para desenvolver esse problema – quantidade de tempo muito pequena e que afeta não só quem trabalha com computadores, mas também passa horas em casa conectado na internet, seja jogando ou papeando com os amigos.

Tem cura, doutor?

Esse é um problema que traz certo risco, mas é facilmente tratável. Além do acompanhamento médico, que pode incluir o uso de colírios especiais (para evitar o ressecamento dos olhos) ou até lentes para corrigir a visão, você pode ser aconselhado a evitar o computador por certo tempo.

A síndrome da visão cansada pode ainda evoluir para a presbiopia, que normalmente ocorre com o envelhecimento da pessoa, mas que é antecipado em decorrência do uso excessivo e contínuo do computador. Nesse caso, não adianta achar que o problema vai ser resolvido sozinho: consultas ao oftalmologista são essenciais para prevenção ou tratamento.
Faça você mesmo

Atitudes e cuidados simples em seu ambiente de lazer ou trabalho podem deixar sua vista mais preparada para um uso controlado do computador. Conheça algumas delas:
Reveja sua postura de frente para a tela durante a navegação. Ela é tão importante quanto o tempo de exposição ao monitor e, se você estiver mal posicionado, isso pode acelerar o processo de vista cansada. O Tecmundo até já preparou algumas dicas valiosas sobre como se posicionar na frente do PC.
Cuide da iluminação e até da ventilação do local, pois eles são mais essenciais do que parecem. Procure não ter ar-condicionado ou ventiladores apontados para seu rosto. Já a falta de luz no local faz com que seus olhos cansem mais depressa, portanto procure utilizar o PC em locais mais arejados.
Pisque. Essa ação, que pode parecer inútil, é uma das mais importantes na prevenção da vista cansada – e muita gente se esquece de fazê-la enquanto está olhando para a tela. Piscar lubrifica o globo ocular, impedindo alguns dos sintomas da síndrome, como ressecamento dos olhos e dores de cabeça.
A pausa é essencial. Ao usar o computador por uma hora, tire 10 minutos para relaxar a vista. Mas ao trocar o PC por outra atividade, trate de selecioná-la bem. Sair do computador e partir para a televisão ou uma leitura, por exemplo, pode ser igualmente prejudicial, pois é necessário focalizar as letras ou outra tela para manter a concentração.Procure tarefas leves e relaxantes, que exijam menos da visão.
Prefira telas de LCD. Normalmente, elas apresentam melhor resolução e iluminação, proporcionando um cansaço menor para seus olhos. Não é desculpa para passar mais tempo no computador, mas é um fator auxiliar.

Apesar de ser possível mostrar as causas e os sintomas da síndrome da visão cansada por uso de computadores, o diagnóstico deve ser feito de forma individual.

Se você se encaixa nas informações contidas no artigo e suspeita que está com esse problema, procure um oftalmologista para saber se você precisa dar umas férias ao seu computador.

Fonte > BAXAKI

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Celulares com Android são capazes de medir a poluição do ar


Se você acha que algo está errado com o ar que respira, basta apontar a câmera do seu celular com Android para verificar.
O aplicativo chamado Visibilty, desenvolvido por pesquisadores do Laboratório de Pesquisas em Robótica da Universidade da Califórnia, permite que os usuários tirem uma foto do céu e a partir dela tenham uma noção da qualidade do ar.
Visibility é um programa gratuito e roda em Android 2.1 ou superior. Seus desenvolvedores trabalharam em um modo de usar técnicas óticas para medir a qualidade do ar, algo que ajuda a manter todos em alerta quanto a problemas que um ar poluído pode causar tanto para o meio ambiente quanto para a saúde.
E quando você utiliza o Visibility para tirar uma foto, também ajuda a criar um panorama mundial de como anda o ar, pois o arquivo é enviado para um servidor que interpreta e armazena a figura. Como o programa utiliza um sistema de GPS para marcar sua imagem, identificando o local de onde ela foi tirada, você tem a possibilidade de colaborar para indicar se a sua região sofre com este tipo de problema, criando um mapa da poluição do ar.
Visibility
As fotos dos turistas agora podem também servir no combate à sujeira presente no ar que respiramos. Uma versão para iPhone do Visibility está sendo desenvolvida.


Leia mais em: http://www.tecmundo.com.br/5583-celulares-com-android-sao-capazes-de-medir-a-poluicao-do-ar.htm#ixzz1VTjRoVI1

3 coisas que poluem o meio ambiente e você nem sabia


A poluição é algo preocupante e que diz respeito a todos, desde os cidadãos até as megacorporações que se espalham pelo mundo. Colaborar na separação do lixo reciclável do não reciclável, repensar sua alimentação e seu modo de vida, e consumir produtos de empresas social e ambientalmente responsáveis são algumas das ações que você pode tomar para não piorar a situação do meio ambiente.
Contudo, um estudo realizado pela Agência de Meio Ambiente e Gestão Energética (Ademe) indicou novos inimigos do meio ambiente e, com certeza, eles estão bem perto de você. Enviar e receber emails, fazer transferências de arquivo entre o PC e um dispositivo USB e até mesmo realizar buscar na internet contribuem com a emissão de gases poluentes.
Isso mesmo, de acordo com o relatório do estudo que calcula a emissão de CO2 devido ao uso da internet, ações simples e corriqueiras que fazemos aos montes todos os dias – e que acreditávamos serem limpas – contribuem para a emissão de gases do efeito estufa.
Os estudos têm como base a energia gasta para enviar e acessar as mensagens, bem como o uso de servidores para banco de dados das informações compartilhadas em emails e páginas de busca.

Correio eletrônico do mal

Segundo o relatório da Ademe, uma média diária de 247 bilhões de emails foram enviados durante o ano de 2009, já incluídas aí as mensagens de spam. Em 2013, a previsão diária é de 507 bilhões. O estudo elabora um cenário de exemplo para medir a poluição dos emails: uma empresa francesa com 100 funcionários.
 Enviar e receber emails não é uma atividade "limpa". (Fonte da imagem: Reprodução / Gmail)
Cada um deles, em média, recebeu 58 e enviou 33 emails por dia, sendo 1 MB o tamanho médio de cada mensagem. Isso tudo, em um ano de trabalho (220 dias) da centena de funcionários, resultaria em 13,6 toneladas de CO2, o principal gás do efeito estufa, despejadas no meio ambiente. Se colocar nessa conta a impressão de mensagens recebidas, o cenário é ainda mais desolador.
Contudo, para começar a melhorar a situação não é preciso muito esforço: ainda de acordo com o estudo da Ademe, uma redução de 10% no envio de emails de uma empresa com 100 funcionários significaria que 1 tonelada de CO2 não seria despejada no meio ambiente. Se as impressões forem reduzidas em 10%, 5 toneladas a menos de CO2 serão liberadas na atmosfera.

Buscas poluentes

A internet é um campo vasto para buscas: não por acaso, a maior empresa da web, o Google, começou apenas com o serviço de pesquisa. Para chegar às suas conclusões, a Ademe lançou mão da ideia de que cada usuário faz 2,6 pesquisas por dia. Em um ano (365 dias), seriam 949 pesquisas e 9,9 kg de CO2 emitidos.
Se adaptarmos esse resultado para o nosso país, que tem cerca de 80 milhões de internautas, as emissões totais chegariam a 792 toneladas de CO2 anuais apenas em decorrência das buscas na internet feitas no Brasil. A solução, segundo o relatório francês, seria usar palavras-chaves mais precisas na hora da busca, o que geraria resultados mais específicos.
Uso excessivo de buscadores também causa poluição. (Fonte da imagem: Reprodução / Altavista)
Além disso, usar menos os buscadores e mais a barra de endereços, digitando diretamente a URL da página a ser visitada, resultaria em uma economia de 5 kg de CO2 anuais por usuário, ou seja, mais da metade do que é emitido por cada internauta segundo a Ademe.
O próprio Google já exibiu alguns dados em que mostra o gasto de energia causado por sua página de buscas. Segundo o texto, publicado no blog oficial da empresa em 2009, um mês de buscas no Google gera 260 toneladas de CO2 e consome energia suficiente para mover uma bicicleta durante 5.936 anos ou então manter uma lâmpada de 100 watts acesa durante 4.534 anos ininterruptos.

Dispositivos USB sujões

A última parte da pesquisa da Ademe trata de dispositivos USB. Ela elabora diversos cenários e tem como base um pendrive de 512 MB em que se transfere um documento de texto de 200 páginas. Se cada página é lida durante 3 minutos e se 100 pessoas decidem ler o mesmo documento, o ciclo completo de transmissão e leitura equivale a 80 kg de CO2.
Segundo a Ademen, transmitir arquivos de dispositivos USB prejudica o meio ambiente. (Fonte da imagem: Datawalk)
As dicas aqui ficam para leituras mais rápidas (que não cheguem a três minutos) e, mais uma vez, cuidado na hora da impressão. Realizar impressões na frente e no verso de cada folhae optar por preto e branco em vez de colorido são soluções simples, mas que diminuem o impacto.
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Você sabia que ações tão cotidianas como essas eram capazes de agredir o meio ambiente? Saiba que é possível ajudar também de maneira simples, usando o computador e a internet de forma mais responsável. Não deixe de registrar sua opinião nos comentários.


Leia mais em: http://www.tecmundo.com.br/11756-3-coisas-que-poluem-o-meio-ambiente-e-voce-nem-sabia.htm#ixzz1VTjFTqTg

Efeito colateral: 6 reações causadas pela tecnologia



Convenhamos, poucas pessoas trabalhariam no desenvolvimento de uma tecnologia com o propósito de atrapalhar nossas vidas ou dificultar alguns processos dela. Engenheiros e cientistas têm sempre a melhor das intenções ao conceberem suas criações.
Porém, às vezes não preveem que, ao longo dos anos, o uso dessas tecnologias pode trazer algumas desvantagens. Podemos fazer uma analogia com os remédios, que apesar de ajudarem a curar nossas doenças, também podem trazer efeitos colaterais desagradáveis. É um preço que precisamos estar dispostos a pagar.
As tecnologias que usamos hoje ou que ainda estão em processo de desenvolvimento também possuem desvantagens. Além do campo social, algumas podem afetar até mesmo a biologia de nossos corpos.

Muita internet, pouca privacidade


Quem tem muitos perfis na web está exposto a problemas de privacidade e a eventuais gafes públicas. E não há como escapar, já que essa é uma desvantagem democrática, que afeta tanto pessoas famosas como anônimas.
Não são raras as notícias sobre tweets e atualizações de celebridades que chegam a causar vergonha em quem lê. E apesar de rirmos dessas notícias e até nos revoltarmos, dificilmente paramos para pensar que também podemos passar por situações semelhantes.
Muitas vezes, o perfil de uma pessoa na internet não faz jus ao que ela é na verdade. Algumas podem parecer mais cultas ou mais baladeiras do que realmente são. Mas quem não as conhece direito acabará interpretando essa imagem online como sendo a real.
E aí está o efeito colateral de uma exposição grande demais na internet. Ao procurar um emprego, por exemplo, tenha sempre em mente que o técnico de recursos humanos pode procurar pelo seu nome no Google ou no Orkut. E, nesse caso, o resultado pode ser o seu “cartão de visita”.

E quando a nuvem for embora?


A nuvem trouxe inúmeras vantagens à computação. Além da possibilidade de hospedar arquivos na internet, economizando espaço em disco localmente, o usuário também pode usar, de maneira transparente, softwares que não estão instalados em sua máquina. Há sistemas operacionais que se baseiam, inteiramente, nessa tecnologia.
A grande desvantagem, porém, é o fato de que o usuário se torna dependente dos serviços de uma empresa. Se, por qualquer razão, um desses sistemas online se tornar indisponível temporariamente, não há como usar os arquivos e programas que o usuário tanto gosta. A situação piora muito se a empresa decide encerrar suas operações.

Acesso ilimitado à internet! Bem, quase isso.


Uma das grandes vantagens da internet é o fato de que todo o conteúdo que queremos está sempre disponível, esperando por nós. E que nosso acesso a tudo isso é irrestrito, que podemos usar e abusar da web.
Mas não é bem assim. A verdade é que somos obrigados a navegarmos dentro de certas regras e limitações, como a largura de banda e transferência máxima de dados que o plano contratado possui.
Seria perfeito se todos tivessem acesso ilimitado à internet, mas isso traria alguns problemas de infraestrutura e até de mercado. Sendo assim, por enquanto, a largura de banda acaba sendo proporcional ao tamanho do bolso.

Impactos ambientais


A produção de todos esses gadgets maravilhosos que vemos sendo lançados diariamente traz um efeito muito indesejável: a poluição da Terra. Infelizmente, não há como eliminar, completamente, esse efeito colateral. A criação de lixo e materiais nocivos ao meio ambiente acontece desde a criação de placas de computadores até a embalagem plástica que envolve as caixas de softwares.
No momento, a única saída existente para esse problema é a política de redução de danos, ou seja, tentar tornar o processo de fabricação o menos poluente possível. Aos consumidores, restam as possibilidades de consumir menos e de pesquisar antes de comprar um produto, para não colaborar ainda mais com os impactos ambientais negativos.

Baterias duram cada vez menos


Para muitos, uma vida sem dispositivos móveis é inimaginável. Smartphones, laptops e netbooks estão cada vez melhores e, a cada lançamento, repletos de funções novas. O problema é que a evolução das baterias não tem acompanhado tão bem a multiplicação dessas funcionalidades.
Apesar de muitas empresas darem atenção à duração da bateria durante o desenvolvimento desses aparelhos, a maioria desses eletrônicos ainda requer uma carga dentro de poucas horas de uso. Há casos extremos, em que o tempo conectado à tomada é muito maior do que o tempo de uso permitido por essa carga.

Seres biologicamente modificados


Nanotecnologia e engenharia genética são dois assuntos que fazem brilhar os olhos de qualquer viciado em tecnologia e ciência. A ideia de que podemos “hackear” a biologia do nosso corpo é muito tentadora. Assim como a possibilidade de robôs minúsculos curando doenças dentro de nós. Porém, não sabemos direito quais são as consequências que isso pode trazer em um futuro mais longo.
Se levarmos em consideração as discussões acaloradas sobre as plantas geneticamente modificadas, é bem provável que não teremos a resposta tão cedo. Assim como corremos o risco de modificarmos a natureza permanentemente, também podemos acabar alterando, para sempre, a biologia humana. Só nos resta esperar e, com o tempo, descobrir se tudo isso valeu a pena.


Leia mais em: http://www.tecmundo.com.br/12584-efeito-colateral-6-reacoes-causadas-pela-tecnologia.htm#ixzz1VTdGgYec

terça-feira, 19 de julho de 2011

Pegando links diretos de musicas no servidor 4Shared

Bom, nesse tutorial vou ensinar como pegar os links diretos de musicas hospedadas no servidor 4shared, porque la e um otimo meio de encontrar mp3, voce pode usar esses links para varias finalidades como colocar no seu flogao ou criar um player com a musica desejada e enviar para seus amigos no orkut ou colocar no seu blog ou site!
Vamos ao Tutorial!
1° PASSO:  Entre no Site www.4shared.com pois nesse servidor existem varios mp3 e o nosso objetivo e pegar o link direto da musica ou seja aquele link que ao clicar a musica ja começa a fazer download.
Depois que entrar na pagina, procure a barra de Busca, escreva nela o nome da musica e do cantor e no final nao esqueça de colocar mp3, para que o site busque as musicas que estao em mp3 e nao em outros formatos assim fica mais facil, nao esqueça precisamos de musicas somente no formato mp3, esqueça os outros formatos!
4shared
2º PASSO: Despois de Encontra a sua musica clique Sobre o nome Dela, mas lembrando voce precisa da musica que tenha mp3 no final!
Se voce encontrou a musica desejada clique sobre ela como mostra a imagem abaixo!
Photobucket
3º PASSO: Vai abrir uma nova pagina com um Player para voce ouvir a musica, Clique em Play para ouvir a musica, se ela tocar Clique com Botao Direito do Mouse na area branca da pagina, depois Clique em Codigo Fonte, como mostra a imagem abaixo!
Photobucket
4º PASSO: Vai abrir um Bloco de Notas , Va em Editar e Depois Clique em Localizar, como mostrar a imagem abaixo!
Photobucket
5º PASSO: Agora na Janela Localizar escreva PREVIEW e aperte ENTER no seu teclado, como na imagem abaixo!
Photobucket
6º PASSO: voce encontrara o link direto para a musica o link começa em HTTP:// e termina em .mp3, copie o link todos, aqui nao seu para copiar o link todo, pq a imagem iria ficar muito grande, mas lembre- se tem que copiar o link todo de HTTP:// ate .mp3!
Photobucket
7º PASSO: Escolha abaixo se voce quer criar um player Visivel ou invisivel.
Cole o Link que voce copiou antes e clique em “Criar Player Visivel” ou “Criar Player Invisivel” vai abrir uma pagina com codigo do player em vermelho, selecione e copie o codigo, somente o que esta de vermelho. Depois so colocar a musica no perfil ou enviar nos recados, clique nos recados ou perfil para editar, clique em HTML cole o codigo e clique em Salvar caso seja no perfil ou Postar caso seja nos recados.

Criar player Visivel

Cole o link da musica:
  

Criar player Invisivel

Cole o link da musica:
  
Espero que gostem e ate a proxima!

Qual o melhor navegador? O Baixaki fez a análise!


Navegadores são a porta de entrada para que desfrutemos tudo que a internet tem a oferecer – o que não é pouco. Devido à popularidade imensurável da grande rede em nossas vidas, esses navegadores ganharam grande importância para qualquer usuário.
Cada “navegante” tem gostos e necessidades peculiares. É por isso que escolher um navegador que preenche essas necessidades pode tornar a experiência pela internet mais rica e eficiente.
Com o intuito de ajudar você, o Baixaki testou os cinco navegadores mais “bombados” do Baixaki. Seguindo uma orientação científica, elaboramos e executamos testes objetivos onde a performance de cada navegador é analisada a partir de números concretos. Certamente que outros elementos e possibilidades também foram testados, enriquecendo esse teste.
Navegadores avaliados
Mozilla Firefox, Microsoft Internet Explorer, Google Chrome, Opera e Safari, todos em suas últimas versões estáveis ou Beta disponíveis.
Briga boa entre esses navegadores.

Sistemas suportados
Nossa análise tem início antes mesmo da instalação dos navegadores. Para começar, quais são os sistemas operacionais compatíveis com cada navegador?
O Opera se mostrou extensamente compatível, podendo ser utilizado no Windows 98, 2000, XP e Vista. O Internet Explorer também mostrou um alto índice de compatibilidade, podendo ser utilizado com o Windows XP, 2003 e Vista. No entanto, para esse último sistema, o arquivo de instalação é diferente.
O Mozilla Firefox não fica para trás em termos de compatibilidade. Ele pode ser instalado no Windows 2000, XP e Vista. Já o Safari e o Google Chrome são compatíveis com o Windows XP e Vista.
A compatibilidade dos navegadores analisados.

Instalação
Chrome
A instalação do Google Chrome foi muito rápida e simples. Em poucos segundos, o navegador já estava instalado e favoritos do Internet Explorer já estavam importados automaticamente. Não foi necessária a intervenção do usuário em nenhum momento.
Firefox
A instalação do Mozilla Firefox levou um pouco mais de tempo, mas também foi concluída em poucos instantes. Aqui foram necessárias poucas intervenções, apenas para definir o tipo de instalação, o destino da pasta e a importação de configurações do Internet Explorer.
Opera
O Opera mostrou uma instalação muito semelhante à do Firefox, tanto em tempo como em nível de intervenção do usuário.
Safari
A instalação do Safari também é rápida e com um diferencial significante para vários usuários: ela foi a única que permitiu escolher a criação de um ícone na Área de Trabalho.
Internet Explorer
Já a instalação do Internet Explorer segue um padrão diferente. Primeiro você deve escolher se deseja ou não participar do programa de melhoria do navegador. Em seguida, você tem a opção de localizar e instalar atualizações durante a instalação. Em seguida, o Internet Explorer faz o download do conteúdo necessário e aplica a ferramenta para remoção de software mal intencionado para finalmente iniciar a instalação.
Ao final, é recomendado reiniciar a máquina. Foi a única instalação que recomendou tal procedimento. Ao todo, foram 8 minutos.
Interface - aspecto inicial
Podemos dividir os navegadores em dois grupos: de um lado, Chrome e Safari; do outro, Firefox, Internet Explorer e Opera.
Os dois primeiros navegadores têm uma interface ligeiramente parecidas. A interface do Chrome passa a ideia mais clara de simplicidade. Percebe-se que há apenas uma barra, e não duas como já é muito comum.
Isso significa que a mesma barra possibilita a digitação de um texto ou de um termo para busca. Dos lados desta barra, há cinco botões. São eles: atualizar, favoritos, ir, controlar página atual e configurações.
O problema é que não há nenhuma indicação. Os primeiros botões são fáceis de deduzir para que servem, porém os dois últimos podem despertar dúvidas em muitos usuários. O Chrome exibe sites mais visitados e favoritos recentes na página inicial. Porém, como esta é a primeira execução do navegador, não há ainda nenhum conteúdo a ser exibido.
O Safari também não exibe os menus “Arquivo”, etc. A barra de endereços é dividida em duas, mas também é composta por ícones semelhantes aos do Chrome. O visual remete a softwares da Apple, e claro que não é à toa. Sites favoritos também são exibidos, mas isso depende que você navegue por um tempo.
O Safari remete a aplicativos da Apple.
O que desperta a curiosidade no Safari é um botão com o desenho de uma formiga. Este é o botão para que você notifique a Apple sobre bugs (falhas) no navegador. Bugs, em inglês, significa inseto, daí o desenho.
Esses dois navegadores não indicam explicitamente a possibilidade de trabalhar com abas, mas um pequeno botão, representado pelo símbolo “+”, permite que você comece a abrir sites em abas.
Já pelo segundo grupo, percebe-se a presença da barra de menus no Firefox e Opera. No primeiro, a barra de endereço e de botões tem um visual mais condensado, pequeno, para que esta parte de cima não se estenda pela página e prejudique a visualização. Como diferencial, o Firefox exibe links favoritos logo abaixo da barra de endereço.
O Firefox exibe favoritos logo abaixo da barra de endereço.
Já o Opera mostra um visual que foge dos padrões. Com detalhes em cinza e preto e ícones mais estilizados, ele causa um impacto inicial. É possível perceber as abas acima da barra de endereço, que também é um pouco “enxuta”.
O Internet Explorer removeu a barra de menus a partir da versão 7. O que o diferencia dos outros navegadores é a barra de botões, que fica à esquerda.
O Internet Explorer com sua barra de ferramentas diferenciada.

Características
Navegação em Abas
As abas facilitam muito a navegação para quem gosta de acessar mais de uma página ao mesmo tempo. Logo, elas são um complemento praticamente obrigatório. Os cinco navegadores analisados apresentam esse recurso.
Internet Explorer, Google Chrome e Opera evidenciam a possibilidade de usá-las assim que o navegador é executado. Já o Safari pode “enganar” alguns usuários menos atentos. As abas são acionadas através da barra de título, algo que os usuários não estão acostumados.
A barra de títulos funciona como divisora de abas no Safari.
Já o Firefox, por padrão, não exibe a barra de aba. Ele mostra a barra a partir do momento em que uma nova página é aberta. Isso pode ser alterado nas configurações.
Vale a pena destacar que o Internet Explorer colore as abas para identificar páginas de um mesmo domínio facilmente. Isso faz com que o usuário organize melhor todas as abas abertas.
O Explorer destaca abas do mesmo domínio.
Todos os navegadores têm atalho para alternar entre abas facilmente: Ctrl+Tab.
Sistema de busca
Internet Explorer, Opera, Firefox e Safari tem uma barra menor, ao lado da barra de endereços, para execução de buscas. O buscador padrão utilizado pela maioria deles é o Google. A única exceção é o Internet Explorer, que utiliza o Live Search (por motivos óbvios, não?).
O Chrome se diferencia nesse quesito por utilizar uma única barra tanto para endereços como para busca. Ao digitar uma palavra fora do formato www.endereço.com.br, o mecanismo de busca do Google é ativado. Como resultado, a barra é mais longa.
A barra do Chrome é a mesma para endereços e pesquisas;
Pré-visualização
Chrome, Opera e Safari apresentam recursos diferenciados para a visualização de páginas recém-visitadas e favoritas. Eles exibem miniaturas para que você já tenha uma ideia do conteúdo disponibilizado.
Todos os navegadores têm barra de endereços inteligente.Barra de endereços inteligente
Todos os navegadores têm uma barra de endereços inteligente. Essa barra funciona não somente como uma ferramenta única para pesquisar pela web por qualquer tema, mas também por páginas recém-visitadas, favoritas e feeds RSS. Ao digitar um termo qualquer, o seu mecanismo de busca é ativado. Porém, ao digitar um endereço no padrão www..., essa barra vai pesquisar por páginas recém-visitadas e favoritas.
Extensões e Add-ons
O Internet Explorer começou a implementação de extensões e add-ons a partir da versão 5.0. Porém, este recurso teve um grande boom com o Mozilla Firefox. Desses cinco navegadores, apenas o Chrome e o Safari ainda não apresentam este recurso.
Correção ortográfica
O corretor do Chrome em ação no Orkut.O Google Chrome tem um corretor ortográfico que funciona assim que o navegador é iniciado e sem a necessidade de nenhuma intervenção. O Firefox, em suas configurações, também oferece este recurso, mas ele precisa da utilização de outros aplicativos para funcionar definitivamente.
Explorer, Opera e Safari não apresentaram corretores próprios, sendo necessário a busca por extensões ou aplicativos não-oficiais para isso.
Gerenciador de Senhas
Todos os navegadores oferecem a possibilidade de salvar dados de formulários e senhas. Opera e Firefox apresentam um gerenciador mais detalhado, com a possibilidade de aplicação de senha-mestre e controle de exibição das senhas armazenadas. O Opera, inclusive, oferece a configuração de quando é necessário utilizar a senha mestre criada.
Já Explorer, Chrome e Safari mostram não um recurso de gerenciamento de senhas, mas a possibilidade mais simplificada de salvar senhas digitadas. O Safari é o único que não oferece o recurso de perguntar antes de salvar uma senha.
O gerenciador de senhas do Firefox.
Personalização
Em termos de modificações visuais, os usuários do Firefox são os mais conscientes da possibilidade dessas mudanças, uma vez que a Mozilla oferece um centro de add-ons. No entanto, dos cinco navegadores, apenas o Chrome não oferece essa possibilidade.
Atualizações automáticas
Todos os navegadores apresentam recurso de atualização automática. O único caso ligeiramente diferente é o Internet Explorer, que utiliza o Windows Update para buscar atualizações. Logo, para que as atualizações do Explorer sejam automatizadas, o Windows Update precisa estar habilitado como automático também.
Zoom
Apenas o Safari tem recurso limitado de zoom. Ele não possibilita aumentar a visualização de uma página, incluindo imagens, mas ainda oferece recurso para aumentar o tamanho do texto. Todos os outros navegadores permitem o ajuste de zoom de qualquer página.
O controlador de zoom do Opera em ação.
Voz e Gestos
O Opera é o único desses navegadores com recurso próprio para navegar através da fala e ler os textos das páginas. No entanto, é um recurso disponível apenas em inglês para os usuários do Windows. Ele também é o único navegador que usa gestos de mouse como atalhos para diferentes funções, como avançar e voltar por páginas e abrir links por exemplo. Um recurso parecido, mas não com o mesmo dinamismo, é a combinação de teclas com cliques do mouse do Firefox.
Sincronia
Chrome, Internet Explorer e Opera oferecem recursos de sincronização, ou seja, o compartilhamento de informações entre navegadores ou com aparelhos celulares e até documentos.
Gerenciador de Downloads
Firefox, Chrome e Opera apresentam um gerenciador de downloads cada. Este gerenciador permite desde a simples listagem dos arquivos baixados até a pausa e continuação de um download quando possível.
O gerenciador do Firefox, com possibilidade de pausa.
Salvar abas
Apenas o Chrome não oferece a possibilidade de salvar abas abertas. Todos os outros possibilitam salvar as abas para que elas sejam abertas posteriormente.
Favoritos
O gerenciador dos favoritos do Explorer.Todos os navegadores contam com a possibilidade de salvar e gerenciar as páginas que você mais gosta. Todos eles também listam as páginas mais acessadas por você.
Controle de Pais
Explorer e Firefox, através de complementos e aplicativos não-oficiais, permitem o controle do conteúdo que pode ser exibido para os usuários. Este controle é destinado a pais, mas também pode ser utilizado em outros casos.
RSS
Apenas o Chrome não tem recurso para detecção e leitura de feeds RSS (clique aqui para saber o que é isso). Todos os outros navegadores suportam este recurso. O Opera, no entanto, tem uma falha que exibe páginas erradas ou sem relação com o conteúdo desejado.
Opensource
Somente Firefox e Chrome foram desenvolvidos em código aberto, ou seja, com a possibilidade de os próprios usuários elaborarem melhorias e consertos para o navegador.
Outras funções
O recurso de acelerador do Explorer.O Internet Explorer apresenta como destaque os Web Slices, ou seja, um recurso para que você se mantenha atualizado. Quando uma página oferece essa possibilidade, basta adicioná-la à sua lista de Web Slice para saber de qualquer novidade que aparecer.
Outra investida do IE são os aceleradores, que agilizam o acesso a tarefas simples enquanto você navega. Basta selecionar texto de qualquer página para acessar um menu com diferentes funções que podem ser executadas. Elas incluem instruções de mapas, tradução, enviar por email e outras.
O Opera, por sua vez, tem o recurso de lixeira. Ele permite a recuperação de abas acidentalmente fechadas. Veja este gráfico com as notas dos navegadores em todos estes quesitos mencionados:
As notas dos navegadores nas características gerais.
Segurança
Bloqueador de Pop-ups
Todos os navegadores analisados têm recurso para o bloqueio de janelas indesejadas (pop-ups). O Explorer mostra um bloqueador com mais opções de configuração, o qual permite criar uma lista com sites que podem exibir pop-ups e também pode tocar um som característico quando uma janela for bloqueada. Para complementar, ele oferece três padrões de proteção contra pop-ups: baixo, médio e alto.
Antis-pyware, Antivírus e Antiphishing
Todos os navegadores oferecem ferramentas que não são antis-pywares, antivírus ou antiphishing propriamente ditos, mas oferecem recursos para impedir que páginas suspeitas sejam acessadas. O Firefox, por exemplo, alerta sobre sites que tentam instalar complementos ou que são alvos de fraude.
Configurações para bloqueio de sites e complementos perigosos.
O Chrome verifica certificados de sites para confirmar sua identidade, além de oferecer conexão criptografada. Já o Opera conta com proteção contra fraudes, gerenciamento de certificados e escolha de protocolos de criptografia.
O Safari alerta sobre sites fraudulentos e permite que você escolha quais plug-ins e conteúdos de risco podem ser executados. O Internet Explorer também oferece diferentes níveis de segurança, os quais bloqueiam a instalação de complementos suspeitos, cookies e outros conteúdos suspeitos.
Limpeza de histórico
Todos os navegadores oferecem opção para limpar o histórico de navegação, ou seja, limpar endereços recém-acessados e arquivos temporários. Firefox, Safari e Internet Explorer se diferenciam por oferecer a possibilidade de determinar a frequência com que esse histórico deve ser limpo automaticamente.
Modo privado
O modo incógnito do Google Chrome.Chrome e Explorer apresentam dois recursos que agradam a maioria dos usuários. É o modo de navegação privada, o qual não registra quais páginas foram visitadas e quais arquivos foram baixados. Todos os cookies utilizados nesse modo são excluídos assim que o modo anônimo é desativado. Vale o lembrete de que esse modo é temporário, não sendo possível utilizá-lo como padrão.
Veja esse gráfico com a tabulação das notas nos quesitos de segurança:
As notas nos quesitos segurança.
Testes
Submetemos os cinco navegadores a diferentes tipos de testes no estilo benchmark. Ou seja, são testes práticos e quantitativos para analisar a velocidade de todos os navegadores, tanto para navegação quanto para download de arquivos.
Testes de velocidade
Para estes testes, criamos uma espécie de ranking. Em cada quesito, o navegador mais rápido ganhou 10 pontos. O segundo, seis; o terceiro, quatro; o quarto, três e o quinto, dois. Soma-se os pontos para ter uma classificação objetiva dos navegadores.
Carregamento do navegador na página inicial
Na média o Google Chrome se mostrou o mais eficiente neste quesito. O primeiro carregamento do navegador durou cerca de 14 segundos. O segundo carregamento levou cerca de cinco segundos e, a partir do terceiro, não eram necessários mais que três segundos.
Internet Explorer, Opera e Safari mostraram números semelhantes para segundo e terceiro carregamentos, mas apresentaram um primeiro carregamento mais lento.
Neste quesito, o Firefox alternou bons e maus momentos. Algumas vezes, o primeiro carregamento não chegou a 20 segundos. Porém, em outras tentativas, ele chegou a ultrapassar os 30 segundos. No entanto, ele compensa no segundo e no terceiro carregamento, não passando de cinco segundos.
Tempo de carregamento do navegador pela primeira vez com a página inicial.
Carregamento de uma página em uma nova aba
Em uma primeira tentativa, Opera e Safari abriram páginas em uma nova aba em apenas dois segundos. Firefox e Chrome vieram em seguida, com quatro segundos. O Internet Explorer levou cinco segundos.
Tempo para abrir uma nova aba.
Carregamento de nova página
Firefox e Safari levaram dois segundos para abrir uma nova página na mesma janela. Internet Explorer, Opera e Chrome levaram pouco mais, três segundos.
Tempo de carregamento de uma nova página na mesma janela.
Downloads
Fizemos downloads de dois arquivos – um com 1 MB, outro com 120 MB – com todos os navegadores. Para o arquivo menor, Chrome e Safari foram os mais rápidos, concluindo o download em apenas dois segundos. Opera e Firefox ficaram nos três segundos, enquanto o Internet Explorer levou cinco segundos.
Já para o arquivo de 120 MB, o Chrome se mostrou rápido e estável, concluindo o download em 5m53s, em uma média de 340 kbps. Logo atrás vieram Opera, com 6m03s; Safari, com 6m09s, Firefox, com 6m24s; e Internet Explorer, com 7m02.
Tempo de Download para um arquivo de 120 MB
Tempo de download de um arquivo de 120 MB.
Testes de estabilidade
Este quesito é simples. Acessamos o Gerenciador de Tarefas do Windows com o navegador aberto para termos noção do uso de processador e de memória RAM. Para começar, abrimos todos os navegadores, um por vez, com seis abas simultaneamente.
Em termos de uso de processador, Safari e Opera mostraram níveis entre 15% e 30% de uso da capacidade do processador. O Internet Explorer mostrou um uso médio de 40% do processador, à frente do Firefox, com índice de 50%.
O Chrome alternou bastante entre 50% e até 100% em alguns casos. Porém, os comportamentos do Explorer e do Chrome foram desenvolvidos para segurança. Cada aba equivale a um processo, o que consome mais memória de fato, porém possibilita a recuperação de abas com erros.
Em termos de uso de memória, o Firefox mostrou a melhor média, alternando entre 60 e 75 MB. Ele foi seguido de perto pelo Opera, que consome em média 70 MB. O Safari ficou na média entre 90 e 110 MB, com o Chrome logo atrás, em 150 MB. O Internet Explorer indicou um uso de cerca de 190 MB. Novamente, os altos índices do Explorer e Chrome são consequência de abrir um processo para cada aba.
Uso de Memória RAM com seis abas abertas.
Testes de segurança
Acessamos um site falso-positivo para testar a capacidade heurística dos navegadores, ou seja, a capacidade de identificar sites maliciosos antes que eles ativem algum vírus em nosso computador. Vale ressaltar que o site testado não representava um perigo de fato, apenas um falso-positivo.
Firefox, Safari e Chrome alertaram sobre a possibilidade de se tratar de um site malicioso, cabendo a nós escolher assumir o risco de acessar o conteúdo definitivamente. Internet Explorer e Opera acessaram o site normalmente.
Acid3
O Acid3 é uma página de teste que confere a capacidade que um navegador tem de seguir certos padrões da Web, especialmente os relacionados a modelos de documentos e JavaScript. Ou seja, quanto melhor for o desempenho de um navegador, maiores são as chances de ele exibir todo o conteúdo de um site de maneira correta e sem problemas.
Safari e Chrome “gabaritaram” o teste, apresentando uma nota de 100/100. O Opera veio logo atrás, com 85/100, seguido pelo Firefox, com 71/100. O Internet Explorer mostrou um índice de 20/100. Desinstalação Apenas o Internet Explorer tem um recurso de desinstalação que precisa reiniciar o computador. Todos os outros navegadores têm desinstalação rápida e efetiva.

Entenda a somatória
Todos os quesitos dos critérios Características e Segurança foram avaliados em notas simples de 0 a 10.
Já os critérios dos testes foram adaptados. Em cada teste, o navegador mais rápido recebeu 10 pontos. O segundo, seis; o terceiro, quatro; o quarto, três; e o quinto, dois. Somou-se todos os pontos em todos os testes. O resultado final foi convertido proporcionalmente em unidades de 0 a 10 para possibilitar a soma com os quesitos de característica e segurança.
O mesmo serviu para os critérios de estabilidade: o navegador de melhor desempenho recebeu 10 pontos e o pior, dois. Converteu-se esses dados em unidades de 0 a 10 para somar com os outros resultados paralelos.
No teste de página suspeita, simplesmente os navegadores que a identificaram ganharam 10 pontos. os navegadores que não a identificaram não pontuaram. No teste de Acid3, a mesma nota obtida pelo navegador no teste foi utilizada na somatória do Baixaki, apenas convertendo a unidade de centena para dezena.
Logo, somou-se a pontuação dos navegadores em Características, Segurança, Testes, Estabilidade, Página Suspeita e Acid3.
Conclusão
1. Características
Analisando toda a disputa por cada quesito, tem-se os seguintes resultados: em características, o melhor também foi o Firefox, com 180 pontos. O segundo colocado foi o Opera, com 169 pontos. O Internet Explorer, quinto colocado no geral, se manteve bem nesse quesito, conseguindo 150 pontos e a terceira colocação.
Google Chrome e Safari fecharam essa disputa com 142 e 128 pontos respectivamente.
Esses resultados indicam que Chrome e Safari, apesar de eficientes, não têm a gama de recursos e possibilidades de seus concorrentes. O fato é que esses dois navegadores deixaram de ganhar pontos por não apresentar recursos que seus concorrentes apresentaram.
2. Segurança
Em termos de segurança, a disputa foi acirrada, com o Firefox conseguindo 29 pontos, seguido extremamente de perto por Explorer e Safari, com 28 pontos cada. O quarto colocado foi o Opera, com 26 pontos. O lanterna foi o Chrome, com 24.
A pouquíssima diferença entre o Firefox e o Chrome indica que nenhum dos navegadores têm problemas de segurança, apenas o Firefox têm detalhes mínimos que o colocam em vantagem.
3. Velocidade
Foi aqui que o Internet Explorer, o navegador mais comum da atualidade, perdeu seu reinado. E de maneira muito brusca. Ele conseguiu apenas quatro pontos. O Chrome conseguiu as melhores médias e alcançou a melhor nota: 8,4.
Ele foi seguido de perto pelo Safari, com nota 8. De um lado, todo o poderio do Google. De outro, a Apple vai mostrando as caras no mundo da Microsoft. O Opera foi o terceiro colocado, com nota 6,2. O Firefox foi o quarto, com 5,4.
4. Estabilidade
Estabilidade, ou seja, a necessidade que o navegador tem de usar memória RAM e processador, teve uma disputa quase desleal. O Opera simplesmente conseguiu a pontuação máxima nesse quesito: 20 pontos. Ou seja, nas diferentes situações, ele se mostrou o navegador que menos exige do seu PC.
O segundo colocado foi o Firefox, confirmando a fama que ele tem de "Raposa Rápida." Ele fez 11,5. Safari e Chrome empataram em 9,5 pontos. O primeiro enfrenta as dificuldades de se adaptar ao Windows, enquanto que o segundo peca pelo gerenciamento de processos.
Por último, o Explorer, que fez apenas 7,5. Ele realmente peca no gerenciamento de processos. Por um lado, criar um processo para cada aba possibilita a recuperação de conteúdos específicos. Por outro, sacrifica muito o computador do usuário.
5. Falso positivo
Explorer e Opera não identificaram uma página com comportamento perigoso. Isso não significa que eles são vulneráveis, mas indicam que eles podem ter um excesso de confiança no seu faro, o que pode prejudicá-los.
6. Acid3
Aqui, o Internet Explorer despencou de vez, com uma pontuação de apenas 20 nos testes da Acid3 - testes esses que não foram elaborados por nós. Safari e Chrome mostram que são capazes de abrir páginas com qualquer tipo de conteúdo sem erros. O Opera também mostrou ser muito competente. O Firefox se mostrou na média.
Geral
Na pontuação geral, o Firefox foi o nosso campeão, com um total de 243 pontos. Ele foi seguido de perto pelo Opera, com 229,7 pontos. O terceiro colocado foi o Google Chrome, com 203,9 pontos. Em quarto lugar, o Safari, com 193,5 pontos. O lanterna foi o Internet Explorer, com 191,5 pontos.
Este resultado indica que o Firefox é um navegador que pode ser indicado para qualquer tipo de usuário, uma vez que ele sempre manteve uma média alta em todos os tipos de teste. É claro que tais conclusões não visam impor qual deles é melhor, pois também deve-se levar em consideração a praticidade e afinidade que cada usuário tem com seu navegador. Por isso, sinta-se livre para comentar o seu ponto de vista.
E o campeão...


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